sexta-feira, 20 de abril de 2018

Receita - Arroz de Frango na Panela

Olá,

Hoje trago-vos uma sugestão para o jantar. Saboroso, saudável e fácil de confeccionar: Arroz de Frango na Panela.



Vi esta receita na Revista Continente Magazine de Janeiro de 2018, e decidi fazê-la, mas alterei alguns ingredientes.


Ingredientes (4 pessoas):
3 Peitos de Frango
1 Colher de Chá de Mostarda Dijon
1 limão
Azeite q.b.
2 Cebolas médias
1 Dente de Alho
1 Colher de Sopa de Molho de Soja
1½ Chávenas de Arroz Selvagem
3 Chávenas de Água
1 Cabeça de Brócolos
Flor-de-Sal q.b.

Preparação:
1. Temperar o frango com a mostarda e o sumo de limão. Reservar;
2. Numa panela grande, refogar as cebolas picadas e o dente de alho picado finamente com um fio de azeite. Quando começarem a amolecer, adicionar o frango cortado em cubos pequenos. Regar com o molho de soja e cozinhar em lume alto durante 5 minutos, mexendo sempre;
3. Juntar o arroz à panela, e deixar fritar por cerca de 2 minutos. Juntar, de seguida, a água e os brócolos separados em floretes mais pequenos;
4. Rectificar os temperos adicionando uma pitada de flor-de-sal. Baixar o lume e deixar cozinhar até o arroz estar bem cozido.

E voilà, pronto a servir! :)

By Lum



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sábado, 14 de abril de 2018

Castelo de Longroiva

Olá,

Durante a nossa "tour" em Dezembro por algumas aldeias históricas de Portugal, ficamos a dormir em Longroiva.
A freguesia de Longroiva, pertence ao concelho de Mêda, distrito da Guarda. É uma povoação muito pequena, mas muito agradável e sossegada.

Um olhar sobre a povoação de Longroiva

Longroiva tem um pequeno castelo no seu ponto mais alto. Esta povoação foi conquistada na Época da reconquista cristã, estando relacionada com os domínios dados ao Mosteiro de Guimarães. Integrou o Condado Portucalense, recebeu a carta foral em 1126, por D. Egas Gosendes de Baião. 

Castelo de Longroiva

Longroiva foi doada, posteriormente, à Ordem dos Templários em 1145 por Fernão Mendes de Bragança, esposo da Infanta Sancha Henriques, irmã de D. Afonso Henriques. É sob a orientação do Mestre Gualdim Pais que o castelo assume o actual aspecto. 
Durante o reinado de D. Dinis, foi concedido foral à vila e, em 1304, iniciaram alguns reparos no castelo e, devido à extinção da Ordem, a povoação e o castelo foram doados à Ordem de Cristo. 
Através do reinado de D. Manuel, foi possível conhecer alguns detalhes do castelo, nomeadamente, a sua praça de armas foi tomada inteiramente pelo Paço do comendador da Ordem de Cristo; e a Torre de menagem, no centro da mesma praça, tinha uma janela do estilo manuelino que chegou à actualidade. 

Vista exterior da entrada do Castelo

Este Castelo perdeu importância para o Castelo de Trancoso a partir de 1517.

No século XIX, o castelo foi alvo de uma forte degradação devido ao seu abandono, pelo que as suas muralhas foram utilizadas para fornecimento de pedra para construção e o seu interior, a praça, foi transformado em cemitério, que ainda persiste nos dias de hoje.

É possível entrar nessa praça onde se encontra o cemitério. Neste caso, o castelo é só mesmo o que se vê no exterior, uma vez que no seu interior mal se consegue caminhar com tantas sepulturas. 

Igreja Matriz e Capela de Nossa Senhora do Torrão

Ao lado do castelo, encontramos a Capela da Nossa Senhora do Torrão, construída sobre um tempo românico. É nesta capela que se encontra a presença mais expressiva da passagem dos templários. 

Igreja Matriz e Capela de Nossa Senhora do Torrão

A Igreja Matriz, mesmo ao lado da Capela, também de origem românica, sofreu algumas alterações ao longo do tempo, principalmente no século XVIII. Infelizmente, a Igreja e Capela estavam fechadas e não pudemos entrar. 

Para além destes monumentos, também se pode visitar a Forca, a Fonte da Concelha, o Pelourinho Manuelino e a Ponte Romana.

Como disse, ficamos a dormir em Longroiva, no Longroiva Hotel Rural e Termal Spa. 


Adorei o Hotel! Os quartos são novos e espaçosos, tem imensas salas de convívio com bilhar e matrecos, sala com brinquedos para as crianças. Tem ainda sala com TV e um restaurante. Para além dos quartos, o hotel dispõe de bungalows, opção ideal para as famílias. Uma das coisas que mais me surpreendeu foi a piscina exterior de água quente, aberta à noite e onde estava imensa gente. Não experimentei a parte Termal Spa, mas pelos comentários que ouvi, deve ser muito bom. O pequeno  almoço era muito bom e variado (tinha alternativas sem lactose!).
Aconselho vivamente este hotel! :)

By Lum

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sábado, 7 de abril de 2018

A Imperatriz que veio de Portugal, de Mercedes Balsemão


"Isabel concretizava o sonho porque esperara toda a sua vida. Na alegre e imponente cidade de Sevilha, a infanta portuguesa, filha de D. Manuel I, viu pela primeira vez o seu marido. Carlos V, rei da Hispânia e imperador do Sacro Império Romano-Germânico, o soberano mais poderoso de toda a Cristandade. O amor nasceu naquele mesmo instante e durou toda a sua vida, até a morte a arrebatar, sem piedade, com apenas 36 anos depois de mais um acesso de febre, consequência de um último parto mal sucedido. Carlos V não escondeu a dor da sua perda. Não voltaria a casar, abdicando da Coroa de Castela para seu filho. Aclamada por todos como a mulher mais bela da sua época, Isabel exerceu na perfeição a sua função de rainha, mulher e mãe. Foi regente de Castela durante as prolongadas ausências do marido pela Europa, mostrando inteligência e perspicácia na resolução das questões do reino. Culta, musa de poetas e pintores desenvolveu uma intensa atividade cultural na corte. Engravidou seis vezes, tendo apenas sobrevivido três dos seus filhos. O mais velho, único varão, assumiria o trono de Castela como Filipe II, Filipe I de Portugal. Na sua primeira incursão pela escrita de romances, e depois de uma exaustiva pesquisa, Mercedes Balsemão traça-nos o retrato desta magnífica infanta portuguesa, mulher do Renascimento. Na Europa do século XVI, palco de batalhas, guerra, alianças e traições, em plena reforma religiosa, D. Isabel tornou-se numa protagonista do seu tempo."

É um livro de leitura fácil! 
O livro é relatado na primeira pessoa, em que Isabel, às portas da morte, recorda toda a sua vida desde da infância. Isabel era filha do rei D. Manuel I de Portugal e de D. Maria de Castela e Aragão, filha dos reis católicos. Ficou sem mãe cedo, e sempre teve uma personalidade envolta em melancolia mas sempre com necessidade de tomar conta dos seus irmãos mais novos. Após muitas negociações, casou com o Imperador Carlos V: logo se apaixonaram mal se viram. No livro, é possível perceber o quanto lhe custou as ausências de Carlos, enquanto este estava na guerra. Foi regente do reino de Espanha, foi mãe e morreu muito cedo. Carlos amava-a tanto, que nunca voltou a casar.
Um livro de leitura obrigatória para quem gosta de romances históricas e queira saber mais sobre a imperatriz que veio de Portugal.

By Lum

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terça-feira, 3 de abril de 2018

Noodles de Camarão e Caju - Receitas

E vamos a mais uma receitinha deliciosa :)

Encontrei na revista mensal de receitas do Continente e decidi experimentar, embora tenha alterado algumas coisas (por achar ser mais saudável).



Ingredientes (para 4 pessoas)
400 g de noodles
800 g de miolo de camarão
Flor de sal e pimenta q.b.
1 limão (sumo e raspa)
1½ c. sopa de molho de soja
1 dente de alho
azeite q.b.
1 cebola
1 c. sopa de óleo de côco
2 c. sopa de cajus picados
cebolinho fresco q.b

Preparação
1. Cozer os noodles de acordo com as instruções de embalagem. Escorrer e reservar;
2. Temperar o camarão com flor de sal e pimenta, com o sumo e raspa de limão, 1 colher de sopa de molho de soja e o dente de alho picado. Deixar marinar durante cerca de 10 minutos;
3. Saltear o camarão num wook com um fio de azeite até ficar dourado. Adicionar os noodles e envolver bem;
4. Numa frigideira, saltear a cebola picada com o óleo de côco até estar bem dourada e regar com o restante molho de soja e envolver bem;
5. Servir noodles com a cebola por cima e polvilhar com os cajus e cebolinho picado.

Uma delícia!!! :)

By Lum
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domingo, 1 de abril de 2018

quinta-feira, 29 de março de 2018

domingo, 25 de março de 2018

Torre do Relógio em Mêda

Hello,

No decorrer da "tour" pelas aldeias históricas em Dezembro, após as paragens em Celorico da Beira e Trancoso, paramos em Mêda.

Torre do Relógio (vista de longe)

Em Mêda, a atracção é a Torre do Relógio, que infelizmente não é possível visitar, mas podemos andar em redor.

Torre do Relógio vista da cidade

A Torre do Relógio situa-se no alto de um monte granítico a 760 metros de altura, na freguesia e concelho de Mêda. Neste local existe um miradouro sobre a cidade, onde é possível avistar terras espanholas/castelhanas.

Subida à Torre do Relógio

Miradouro - Vista sobre a cidade

É muitas vezes chamado de Castelo de Mêda, no entanto, não terá ultrapassado a categoria de torre de vigia, que terá durado da Idade Média até à actualidade. 
No século XVII foi construída uma capela à Senhora da Assunção e no século XIX foi construída a Torre de Relógio.

Torre do Relógio - É possível ver a Estátua da Senhora da Assunção ao lado

Torre do Relógio

Para lá chegar, temos que seguir por ruas bem apertadas e com subida a pique, mas é possível lá chegar de carro. Fomos lá antes de jantar, já estava de noite (horário de Inverno, bah!), mas tinha o seu encanto, uma vez que estava toda iluminada com luzes de Natal. A vista sobre a cidade é fantástica!

By Lum
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quarta-feira, 21 de março de 2018

domingo, 18 de março de 2018

Joana, a Louca de Linda Carlino


"Joana, a Louca é o primeiro romance da autora Linda Carlino. Um romance histórico, onde Carlino ficciona a biografia de uma das personalidades mais intrigantes da história do século XVI europeu. A obra tem início em 1946, quando a jovem filha dos Reis Católicos, com apenas 16 anos, embarca para a Flandres para desposar Filipe, o Belo, e acompanha toda a sua vida até ao final dos seus dias, encarcerada em Tordesilhas pelo próprio filho, Carlos V, imperador do Sacro Império Romano-Germânico. Um romance com uma nítida descrição da personalidade de Joana, uma mulher de inteligência arguta e sentimentos nobres, de espírito inquebrável que a fez resistir à traição por parte daqueles que lhe eram mais próximos e que lhe valeu o injusto epíteto de Louca."

Este foi um daqueles livros que gostei bastante de ler. A autora consegue descrever a personalidade de D. Joana na perfeição. Uma princesa muito melancólica e com as emoções à flor da pele e que se apaixonou perdidamente pelo marido, Filipe o Belo. Filipe tratava mal Joana, mas sempre conseguia o que queria dela, pois aproveitava-se do amor e devoção que Joana lhe tinha. No entanto, quando se tornou rainha de Castela, manteve-se firme, pois era ela rainha e ele simplesmente consorte. Mais uma vez, sofreu a injustiça na pele, quando foi aprisionada pelo próprio pai e pelo marido, assumindo a regência de Castela. Sofreu com a morte prematura do seu marido, que morreu quando estava grávida da sua ultima filha, Catarina. Nunca lhe deram a oportunidade de ser rainha. Até o filho a aprisionou, para que pudesse reinar. Passou por provações horríveis, maus tratos e condições desumanas em que foi cativa.

Na minha modesta opinião, acho que Joana foi vitima da maldade dos outros. Sim, ela tinha uma personalidade diferente, mas foram os maus tratos e traições do marido que tanto amava, maus tratos da corte de Flandres que tanto a odiavam que a fizeram ficar desconfiada e paranóica. No entanto, nos seus momentos de clareza, mostrava-se uma mulher inteligente e perspicaz.  Foi encarcerada em Tordesilhas pelo filho, foi muito muito mal tratada. A filha Catarina sempre viveu com ela, acabando também ela por estar encarcerada. Não me admira que tenha ficado paranóica e meia louca. Não posso deixar de achar que foi uma mulher de coragem e mal compreendida!

Vale a pena ler o livro, só para conhecerem a história de Joana de Castela.

By Lum

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quarta-feira, 14 de março de 2018

Muffins de curgete - Receita

Olá,

Hoje deixo-vos uma receita docinha para quando a fomeca no trabalho aperta e precisamos de um snack. A receita está no site do Chef Continente, eu apenas fiz algumas alterações nos ingredientes... Ora vamos lá!


Ingredientes:
100g de Farinha de Amêndoa
1/2 colher de chá de fermento sem glutén
1/2 colher de chá de canela
1 pitada de Noz Moscada
1 Ovo
40g de óleo de coco derretido
1 iogurte de soja (ou natural)
40g de açúcar de coco
1/4 de vagem de Baunilha
75g de curgete ralada (com a casca)
60g de mirtilos

Preparação:

  1. Pré-aquecer o forno a 180 graus;
  2. Misturar numa taça a farinha, o fermento, a baunilha e as especiarias; 
  3. Numa taça à parte bater o ovo, o óleo de coco, o iogurte e o açúcar;
  4. Adicionar a mistura de farinhas, a curgete ralada e os mirtilos e envolver com cuidado; 
  5. Verter o preparado em formas de muffin untadas com óleo de coco e polvilhadas com farinha;
  6. Levar ao forno durante cerca de 20 a 25 minutos. Fazer o teste do palito para garantir que os muffins estão cozidos. Deixar arrefecer completamente numa grelha.

By Lum

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