domingo, 20 de maio de 2018

Biotherm Aquasource - First review

Hello,

Tal como prometido, hoje venho deixar-vos com a review do novo Biotherm Aquasource, que a Youzz me deu o prazer de testar.

Ora então, o que recebi? Recebi um tester do sérum Biotherm Aquasource Aura Concentrate, uma amostra do Biotherm Aquasource Gel em tubo, uma amostra de Biotherm Aquasource gel para noite, uma amostra de Biotherm Aquasource para o contorno dos olhos, 5 amostras do Sérum Biotherm Aquasource e Biotherm Aquasource Gel para distribuir pelas amigas e três amostras Biotherm Homme AquaPower para os amigos (que não ficaram de fora).


As minhas amigas já experimentaram e gostaram bastante. Os meus amigos (o meu marido incluído) experimentaram e adoraram, aliás, o meu marido ficou fã! Depois farei um post sobre o que o Biotherm AquaPower.

Mas vamos ao sérum!
O que promete: 
- Serum regenerador intenso, confere hidratação e luminosidade, para todos os tipos de pele.
- Penetra rapidamente e restaura intensamente a luminosidade. 
- Uma única aplicação e 24 horas de hidratação intensa regeneradora. 
- Em 10 dias a tez é reavivada.


O que achei:
Cumpre com tudo o que promete. Já tinha falado no post no facebook do blog, este sérum conseguiu o que mais nenhum dos cremes e séruns que usei conseguiu: eliminar o vermelhidão que tinha no rosto, provocado pelas alergias, tão características desta altura do ano. Na foto que postei, ainda tinha um pouco de vermelhidão, mas agora não há sinal dele.
O sérum não é gordurento, e é rapidamente absorvido pela minha pele, que aguenta todo o dia sem sinal de secura. A minha pele fica luminosa e fresca. Adoro o cheiro!


A embalagem é muito prática: tem um aplicador tipo conta gotas, para que seja de fácil aplicação sem desperdiçar nada. 

Experimentei também o Biotherm Aquasource Gel, aplicado depois do sérum. Infelizmente foi pouco tempo (a amostra era bem pequenina) e não deu para ter noção dos resultados a longo prazo, mas a curto prazo, gostei. A pela fica como seda, fresquinha e hidratada. 
Experimentei também o Biotherm Aquasource gel para noite e o para contorno de olhos e também gostei, embora, mais uma vez a amostra era pequenina. Fiquei bastante curiosa com o de contorno de olhos, que estou a pensar em comprar.

Em conclusão: é tudo o que promete! Vou com certeza continuar a usar, pois conseguiu um lugar de produto de eleição, só por conseguir fazer desaparecer o vermelhidão que tinha no rosto e manter a minha pele hidratada dia e noite. 
Um obrigado à Youzz por me ter dado a possibilidade de testar este fantástico produto!
#glowonaquasource #biothermportugal #youzzportugal

Entretanto, a Youzz lançou um novo desafio: "Queres ter uma make up digna de estrela de cinema? Vamos dar-te algumas dicas e graças a Biotherm Aquasource vais ter uma maquilhagem perfeita."
Em breve, mostrarei os resultados deste desafio :)



By Lum

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domingo, 13 de maio de 2018

domingo, 6 de maio de 2018

Aldeia Histórica de Marialva

Hello,

Na nossa tour pelas Aldeias Históricas de Portugal, paramos em Marialva.
Marialva fica a 7km da cidade de Mêda, no distrito da Guarda, situando-se na margem esquerda da ribeira de Marialva. É constituída por 3 zonas: a cidadela ou Vila no interior do Castelo que agora se encontra despovoada, o Arrabalde que fica fora da zona amuralhada, e a Devesa situada a sul da cidadela, estendendo-se até à ribeira.

Aldeia Histórica de Marialva - Arrabalde

Os origens de Marialva remontam ao tempo da antiga cidade de Aravor, fundada pelos Túrdulos no século VI a.C. Com a chegada dos romanos, o nome foi alterado para Civitas Aravorum. Os árabes também ocuparam esta zona, a que deram o nome de Malva. Esta foi novamente reconquistada por D. Fernando Magno de Leão em 1063, chamando-lhe de Marialva, nome que permanece até aos dias de hoje.

Marialva - Entrada na Cidadela (Castelo)

A aldeia ficou despovoada após a reconquista e D. Afonso Henriques mandou-a repovoar e concedeu-lhe o primeiro floral em 1179.  O seu filho, D. Sancho I, voltou a reconquista-la em 1200, e é nesta altura que o povoado passou para fora das muralhas, formando-se o Arrabalde. Esta zona apresenta uma malha urbana predominantemente medieval, com igrejas, capelas e casas quinhentistas e senhoriais.

Castelo de Marialva - dentro das muralhas

Esta estrutura medieval, situa-se na linha de fronteira anterior ao Tratado de Alcanices (1297) e manteve-se praticamente intacta. O castelo fica no alto de um penhasco, com as muralhas em configuração oval a circundar a vila. É o monumento mais importante de Marialva.

Castelo principal, dentro das muralhas

D. Dinis, criou a Feira em 1286 e D. Manuel concedeu-lhe novo Foral em 1512, na qual procedeu a obras no castelo, tornando Marialva numa das mais imponentes e fortes praças de guerra do reino.

Castelo de Marialva - dentro das muralhas

Devido à sua localização fronteiriça e à feira, realizada a 15 de cada mês e que concedia diversos privilégios aos moradores e feirantes, iniciou-se, no século XII a fixação dos judeus, tendo o número aumentado durante o reinado de D. Manuel, formando-se uma judiaria. 

Cidadela - interior das muralhas

D. Afonso V deu o título de Conde de Marialva a D. Vasco Coutinho em 1440, que se tinha destacado nas campanhas militares no norte de África. Mais tarde, D. Afonso VI, em 1675, passou a marquezado, sendo o primeiro Marquês de Marialva D. António Luís de Menezes, terceiro Conde de Cantanhede, pelo seu importante papel na Revolução de 1640.

Castelo, Igreja e Capela na Cidadela - interior das muralhas

Em 1885 o concelho de Marialva foi suprimido e passou a integrar o de Vila Nova de Foz Côa. Em 1872, Marialva passou a pertencer ao concelho de Mêda, onde se mantém até aos dias de hoje.

Câmara Municipal e Pelourinho na Cidadela - interior das muralhas

Cidadela - Interior das muralhas

Como Chegar:
Do Porto - A1 até Albergaria, apanhar a A25 até Celorico da Beira. Seguidamente o IP2 até Marialva;

De Lisboa - A1 até à ligação com a A23. Entre na A23 e siga na direção da Guarda. Uma vez chegado à Guarda entre na A25 e siga até Celorico da Beira. Seguidamente, apanhe o IP2 até Marialva.

Vale muito a pena a visita, é uma aldeia realmente mágica!

By Lum
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terça-feira, 1 de maio de 2018

D. Maria II - Tudo por um Reino, de Isabel Stilwell


"Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de Portugal. Um país do outro lado do oceano que nunca havia pisado. A sua infância foi vivida no Brasil, entre o calor e os papagaios coloridos que admirava na companhia dos seus irmãos e da sua adorada mãe, D. Leopoldina. A ensombrar esta felicidade apenas Domitília, a amante do seu pai, imperador do Brasil e D. Pedro IV de Portugal. Em 1828 parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus adorados irmãos e a marquesa de Aguiar, sua amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declara rei de Portugal, e a quem estava prometida em casamento, D. Maria acaba por desembarcar em Londres onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra a quem ficará para sempre ligada por uma estreita relação de amizade. Aos 15 anos, finda a guerra civil, D. Maria pisa pela primeira vez o solo do seu país. Seria uma boa rainha para aquela gente que a acolhia em festa e uma mulher feliz, mais feliz do que a sua querida mãe. Fracassada a sua união com o tio, agora exilado, casa-se com Augusto de Beauharnais que um ano depois morre de difteria. Maria era teimosa, não desistia assim tão facilmente da sua felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxo-Coburgo-Gotha, pai dos seus onze filhos, quatro deles mortos à nascença."

Isabel Stiwell não desilude! Mais um livro de grande qualidade, tal como nos tem habituado!
Maria da Glória nasceu no Brasil e presenciou coisas que nenhuma criança deveria presenciar. O seu pai tinha várias amantes, entre elas Domitília, que ensombra a família. Após a morte da mãe, D. Maria segue para a Europa para reclamar o trono de Portugal, na qual se tornou rainha aos 7 anos, no entanto, haveria de voltar ao Brasil sem ter entrado no nosso país. Durante a estadia na Europa, fez uma grande amizade com Vitória de Inglaterra. Pisaria pela primeira vez o nosso país com 15 anos. Casou com Augusto de Beauharnais, mas este morreu um ano depois. Volta a casar-se, desta vez com D. Fernando de Saxo-Coburgo-Gotha, homem que amou até morrer. Reinou numa altura em que o país esta endividado devido à guerra, divido e sempre à beira da guerra civil. Não tomou as melhores decisões enquanto rainha, nomeadamente com o seu ministro, e foi muitas vezes mal aconselhada. No entanto, acho que ela foi uma mulher de uma grande coragem e força. Morreu muito nova, aos 34 anos, no seu 11º parto, ou no cumprimento do seu dever como rainha, como costumava dizer. 
No livro, encontram-se trechos do diário e de algumas cartas da D. Leonor da Câmara, mestra de D. Maria II, e de Vitória de Inglaterra, que são fascinantes.

Vale muito a pena a leitura!

By Lum
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sexta-feira, 27 de abril de 2018

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Receita - Arroz de Frango na Panela

Olá,

Hoje trago-vos uma sugestão para o jantar. Saboroso, saudável e fácil de confeccionar: Arroz de Frango na Panela.



Vi esta receita na Revista Continente Magazine de Janeiro de 2018, e decidi fazê-la, mas alterei alguns ingredientes.


Ingredientes (4 pessoas):
3 Peitos de Frango
1 Colher de Chá de Mostarda Dijon
1 limão
Azeite q.b.
2 Cebolas médias
1 Dente de Alho
1 Colher de Sopa de Molho de Soja
1½ Chávenas de Arroz Selvagem
3 Chávenas de Água
1 Cabeça de Brócolos
Flor-de-Sal q.b.

Preparação:
1. Temperar o frango com a mostarda e o sumo de limão. Reservar;
2. Numa panela grande, refogar as cebolas picadas e o dente de alho picado finamente com um fio de azeite. Quando começarem a amolecer, adicionar o frango cortado em cubos pequenos. Regar com o molho de soja e cozinhar em lume alto durante 5 minutos, mexendo sempre;
3. Juntar o arroz à panela, e deixar fritar por cerca de 2 minutos. Juntar, de seguida, a água e os brócolos separados em floretes mais pequenos;
4. Rectificar os temperos adicionando uma pitada de flor-de-sal. Baixar o lume e deixar cozinhar até o arroz estar bem cozido.

E voilà, pronto a servir! :)

By Lum



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sábado, 14 de abril de 2018

Castelo de Longroiva

Olá,

Durante a nossa "tour" em Dezembro por algumas aldeias históricas de Portugal, ficamos a dormir em Longroiva.
A freguesia de Longroiva, pertence ao concelho de Mêda, distrito da Guarda. É uma povoação muito pequena, mas muito agradável e sossegada.

Um olhar sobre a povoação de Longroiva

Longroiva tem um pequeno castelo no seu ponto mais alto. Esta povoação foi conquistada na Época da reconquista cristã, estando relacionada com os domínios dados ao Mosteiro de Guimarães. Integrou o Condado Portucalense, recebeu a carta foral em 1126, por D. Egas Gosendes de Baião. 

Castelo de Longroiva

Longroiva foi doada, posteriormente, à Ordem dos Templários em 1145 por Fernão Mendes de Bragança, esposo da Infanta Sancha Henriques, irmã de D. Afonso Henriques. É sob a orientação do Mestre Gualdim Pais que o castelo assume o actual aspecto. 
Durante o reinado de D. Dinis, foi concedido foral à vila e, em 1304, iniciaram alguns reparos no castelo e, devido à extinção da Ordem, a povoação e o castelo foram doados à Ordem de Cristo. 
Através do reinado de D. Manuel, foi possível conhecer alguns detalhes do castelo, nomeadamente, a sua praça de armas foi tomada inteiramente pelo Paço do comendador da Ordem de Cristo; e a Torre de menagem, no centro da mesma praça, tinha uma janela do estilo manuelino que chegou à actualidade. 

Vista exterior da entrada do Castelo

Este Castelo perdeu importância para o Castelo de Trancoso a partir de 1517.

No século XIX, o castelo foi alvo de uma forte degradação devido ao seu abandono, pelo que as suas muralhas foram utilizadas para fornecimento de pedra para construção e o seu interior, a praça, foi transformado em cemitério, que ainda persiste nos dias de hoje.

É possível entrar nessa praça onde se encontra o cemitério. Neste caso, o castelo é só mesmo o que se vê no exterior, uma vez que no seu interior mal se consegue caminhar com tantas sepulturas. 

Igreja Matriz e Capela de Nossa Senhora do Torrão

Ao lado do castelo, encontramos a Capela da Nossa Senhora do Torrão, construída sobre um tempo românico. É nesta capela que se encontra a presença mais expressiva da passagem dos templários. 

Igreja Matriz e Capela de Nossa Senhora do Torrão

A Igreja Matriz, mesmo ao lado da Capela, também de origem românica, sofreu algumas alterações ao longo do tempo, principalmente no século XVIII. Infelizmente, a Igreja e Capela estavam fechadas e não pudemos entrar. 

Para além destes monumentos, também se pode visitar a Forca, a Fonte da Concelha, o Pelourinho Manuelino e a Ponte Romana.

Como disse, ficamos a dormir em Longroiva, no Longroiva Hotel Rural e Termal Spa. 


Adorei o Hotel! Os quartos são novos e espaçosos, tem imensas salas de convívio com bilhar e matrecos, sala com brinquedos para as crianças. Tem ainda sala com TV e um restaurante. Para além dos quartos, o hotel dispõe de bungalows, opção ideal para as famílias. Uma das coisas que mais me surpreendeu foi a piscina exterior de água quente, aberta à noite e onde estava imensa gente. Não experimentei a parte Termal Spa, mas pelos comentários que ouvi, deve ser muito bom. O pequeno  almoço era muito bom e variado (tinha alternativas sem lactose!).
Aconselho vivamente este hotel! :)


Como chegar:
Para chegar a Longroiva vindo, quer pela A1, quer pela A23, deverá seguir pela A25 até ao nó Trancoso/IP2, e dirigir-se pelo IP2, continuando por esta via até encontrar o nó de Longroiva.



By Lum

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sábado, 7 de abril de 2018

A Imperatriz que veio de Portugal, de Mercedes Balsemão


"Isabel concretizava o sonho porque esperara toda a sua vida. Na alegre e imponente cidade de Sevilha, a infanta portuguesa, filha de D. Manuel I, viu pela primeira vez o seu marido. Carlos V, rei da Hispânia e imperador do Sacro Império Romano-Germânico, o soberano mais poderoso de toda a Cristandade. O amor nasceu naquele mesmo instante e durou toda a sua vida, até a morte a arrebatar, sem piedade, com apenas 36 anos depois de mais um acesso de febre, consequência de um último parto mal sucedido. Carlos V não escondeu a dor da sua perda. Não voltaria a casar, abdicando da Coroa de Castela para seu filho. Aclamada por todos como a mulher mais bela da sua época, Isabel exerceu na perfeição a sua função de rainha, mulher e mãe. Foi regente de Castela durante as prolongadas ausências do marido pela Europa, mostrando inteligência e perspicácia na resolução das questões do reino. Culta, musa de poetas e pintores desenvolveu uma intensa atividade cultural na corte. Engravidou seis vezes, tendo apenas sobrevivido três dos seus filhos. O mais velho, único varão, assumiria o trono de Castela como Filipe II, Filipe I de Portugal. Na sua primeira incursão pela escrita de romances, e depois de uma exaustiva pesquisa, Mercedes Balsemão traça-nos o retrato desta magnífica infanta portuguesa, mulher do Renascimento. Na Europa do século XVI, palco de batalhas, guerra, alianças e traições, em plena reforma religiosa, D. Isabel tornou-se numa protagonista do seu tempo."

É um livro de leitura fácil! 
O livro é relatado na primeira pessoa, em que Isabel, às portas da morte, recorda toda a sua vida desde da infância. Isabel era filha do rei D. Manuel I de Portugal e de D. Maria de Castela e Aragão, filha dos reis católicos. Ficou sem mãe cedo, e sempre teve uma personalidade envolta em melancolia mas sempre com necessidade de tomar conta dos seus irmãos mais novos. Após muitas negociações, casou com o Imperador Carlos V: logo se apaixonaram mal se viram. No livro, é possível perceber o quanto lhe custou as ausências de Carlos, enquanto este estava na guerra. Foi regente do reino de Espanha, foi mãe e morreu muito cedo. Carlos amava-a tanto, que nunca voltou a casar.
Um livro de leitura obrigatória para quem gosta de romances históricas e queira saber mais sobre a imperatriz que veio de Portugal.

By Lum

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terça-feira, 3 de abril de 2018

Noodles de Camarão e Caju - Receitas

E vamos a mais uma receitinha deliciosa :)

Encontrei na revista mensal de receitas do Continente e decidi experimentar, embora tenha alterado algumas coisas (por achar ser mais saudável).



Ingredientes (para 4 pessoas)
400 g de noodles
800 g de miolo de camarão
Flor de sal e pimenta q.b.
1 limão (sumo e raspa)
1½ c. sopa de molho de soja
1 dente de alho
azeite q.b.
1 cebola
1 c. sopa de óleo de côco
2 c. sopa de cajus picados
cebolinho fresco q.b

Preparação
1. Cozer os noodles de acordo com as instruções de embalagem. Escorrer e reservar;
2. Temperar o camarão com flor de sal e pimenta, com o sumo e raspa de limão, 1 colher de sopa de molho de soja e o dente de alho picado. Deixar marinar durante cerca de 10 minutos;
3. Saltear o camarão num wook com um fio de azeite até ficar dourado. Adicionar os noodles e envolver bem;
4. Numa frigideira, saltear a cebola picada com o óleo de côco até estar bem dourada e regar com o restante molho de soja e envolver bem;
5. Servir noodles com a cebola por cima e polvilhar com os cajus e cebolinho picado.

Uma delícia!!! :)

By Lum
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domingo, 1 de abril de 2018